Robert Bernstein, foi um dos fundadores da organização Human Rights Watch e diretor da editora Random House

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O americano ficou conhecido por sua defesa apaixonada da dissidência e da liberdade de expressão

 

 

Robert Louis Bernstein (Nova York, 5 de janeiro de 1923 – Nova York, 27 de maio de 2019), conhecido por sua defesa apaixonada da dissidência e da liberdade de expressão, um dos fundadores da organização Human Rights Watch e diretor da editora Random House.

 

 

Durante seu período à frente da Random House – agora parte do grupo Penguin Random House – Bernstein publicou autores americanos como Toni Morrison, Dr Seuss e Gore Vidal, assim como obras de dissidentes soviéticos, incluindo Andrei Sakharov e Yelena Bonner, entre outros.

 

 

Sou seu comando, entre 1966 e 1990, a empresa se tornou uma das maiores editoras de interesse geral, com um faturamento que passou de 40 milhões de dólares a 850 milhões por ano.

 

 

Bernstein, judeu, participou na fundação da Human Rights Watch (HRW) em 1978, mas em 2009 se manifestou contra a organização, que acusou de ter um viés contra Israel.

 

 

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Na ocasião ele afirmou que o grupo condenava “muito mais” os abusos de direitos humanos em Israel que em outros países do Oriente Médio governados por “regimes autoritários com históricos terríveis”.

 

A HRW, da qual ele estava afastado desde 1998, rejeitou as acusações.

 

Seu livro de memórias “Speaking Freely: My Life in Publishing and Human Rights” (Falando livremente: Minha vida como editor e nos direitos humanos), escrito com Doug Merlino, foi publicada em 2016.

 

Em 2011, aos 88 anos, fundou um novo grupo, “Advancing Human Rights”, que ele mesmo presidia.

Robert Bernstein faleceu em 27 de maio de 2019, aos 96 anos, em um hospital de Nova York.

 

“Robert Bernstein foi um verdadeiro homem de princípios”< escreveu no Twitter o editor executivo da revista Washington Examiner, Seth Mandel.

 

“Fundou a Human Rights Watch e décadas depois a denunciou publicamente, quando havia se afastado de sua missão e se transformado em uma ferramenta do totalitarismo anti-Israel”, completou.

(Fonte: https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2019/05/28 – NOTÍCIA / INTERNACIONAL / Por AFP – 28/05/2019)

(Fonte: Zero Hora – ANO 55 – N° 19.411 – 29 de MAIO de 2019 – TRIBUTO / MEMÓRIA – Pág: 27)

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