A primeira jornalista profissional de Alagoas

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Arlene Miranda, primeira jornalista mulher de Alagoas

Arlene começou a trabalhar no Jornal Gazeta de Alagoas em 1954, aos 15 anos de idade. Em 1980, afastada das redações, passou a dedicar-se à literatura dando seguimento a uma carreira iniciada em 1966 com a obra “A Hora Presente”. Também fez parte da Academia Maceioense de Letras e do grupo literário Movimento da Palavra.

Arlene Miranda, primeira jornalista mulher de Alagoas

Arlene Miranda, primeira jornalista mulher de Alagoas

Arlene Miranda (Goiana(PE), 1937 – Alagoas, 26 de dezembro de 2013), jornalista e escritora, foi a primeira jornalista profissional de Alagoas.

Filha do falecido deputado Otacílio Cavalcante, foi a primeira mulher jornalista profissional em Alagoas. Natural de Goiana(PE), Arlene chegou a Maceió ainda criança. Aqui estudou e iniciou a carreira jornalística na Gazeta de Alagoas, aos 17 anos.

Arlene Miranda começou a trabalhar no Jornal Gazeta de Alagoas em 1954, aos 15 anos de idade. Ela foi a primeira mulher a trabalhar em uma redação de jornal em Maceió como jornalista. Depois disso morou em muitos lugares e passou por diversas redações.

Em 1980, afastou-se do jornalismo e se casou com o mineiro Nilo Pereira, indo morar no interior de Minas Gerais. Arlene se aposentou precocemente devido a problemas cardiovasculares.

Arlene trabalhou no Jornal do Comércio, em Recife (PE), daí voou para o Rio de Janeiro dando prosseguimento à carreira jornalística. Ainda no Rio de Janeiro, casou-se com o geólogo Nilo Pereira, indo morar em Ressaquinha (MG), terra do marido. Quando seus problemas de saúde se agravaram, transferiu-se para Maceió, passando a residir com a Irmã, Glória.

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Arlene pertencia à Academia Maceioense de Letras e ao Grupo Literário Movimento da Palavra. Deixou vários livros publicados, entre romance, crônicas e poemas.

Afastada das redações, passou a dedicar-se à literatura dando seguimento a uma carreira iniciada em 1966 quando lançou “A Hora Presente”, que foi relançado em janeiro de 2004. As obras que se seguiram foram: “Perfis” (crônicas), em 1991, sobre a imprensa alagoana dos anos 50 e 60; “Histórias Bem Contadas” (crônicas), em 2000; “Os Colibris em Festa (poesia)  e “Retratos da Vida” (crônicas), ambos em 2006.

Arlene Miranda fez ainda parte da Academia Maceioense de Letras e do grupo literário Movimento da Palavra.

Arlene Miranda morreu em 26 de dezembro de 2013, aos 76 anos, no Hospital Memorial Arthur Ramos com complicações cardíacas.

(Fonte: http://g1.globo.com/al/alagoas/noticia/2013/12 – ALAGOAS – Do G1 AL com informações da TV Gazeta – 26/12/2013)

(Fonte: http://www.alagoas24horas.com.br/513600 – 26/12/2013)

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