Philippe Delaby, quadrinista belga que deu nova vida às histórias em quadrinhos, especialmente com “Murena”

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Nos anos 1990, ele ressuscitou de forma magistral a Roma imperial de Nero em ‘Murena’

'Murena', uma das obras mais marcantes de Delaby - Reprodução

‘Murena’, uma das obras mais marcantes de Delaby – Reprodução

Philippe Delaby (Tournai (Bélgica), em 21 de janeiro de 1961 – 28 de janeiro de 2014), cartunista belga que deu nova vida às histórias em quadrinhos, especialmente com “Murena”

Nascido em Tournai (Bélgica), em 1961, Philippe Delaby possuía talentos inatos como desenhista. Foi aos oito anos de idade que nasceu sua paixão pelos quadrinhos. Aos 14 anos, ele entrou para a Academia de Belas Artes de sua cidade natal, onde aperfeiçoou seus dons. Fascinado por Ingres e os mestres flamengos, aprendeu não somente o desenho, como também a pintura a óleo. Sua atração por histórias em quadrinhos prevaleceu e, aos 18 anos, ele venceu um concurso para jovens cartunistas que abriu as páginas da revista “Tintin”.

Philippe Delaby

Philippe Delaby

 

Para a revista, ele traduziu em imagens, sobre cenários de Yves Duval, “Arthur no reino do Impossível” e “Ricardo Coração de Leão”, dois épicos que lhe renderam o Prêmio Clio do Salão de História de Paris, em 1993. No mesmo ano, desenhou “Bran”, escrito por Jean-Luc Vernal, que conta a história de um jovem gaulês. Em 1994, com o escritor Luc Delisse, publicou em Lombard “A Estrela Polar”, um thriller de fantasia medieval.

 

Em 1997, incentivado pelo escritor Jean Dufaux, ressuscitou de forma magistral a Roma imperial de Nero em “Murena”, publicado pela Dargaud e premiado em diversos festivais.

Philippe Delaby morreu em 28 de janeiro de 2014 aos 53 anos, informou nesta quarta-feira a editora Dargaud, com sede em Paris.

 

“Philippe Delaby era há quase 20 anos um dos maiores artistas dos quadrinhos (…). Sua paixão, energia, atenção aos detalhes e a força de seus personagens fizeram da série Murena, roteirizada por seu amigo Jean Dufaux, um sucesso internacional aclamado por milhares de leitores e reconhecida pelos maiores especialistas de Antiguidade Romana”, ressaltou Dargaud.

(Fonte:  http://oglobo.globo.com/cultura -11439822#ixzz3ipMrJgfA – CULTURA – POR AFP – 29/01/2014)


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