“O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que de tão visto ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher. (…) Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.” Otto Lara Resende (1922-1992), escritor e jornalista mineiro.

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O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que de tão visto ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher. (…) Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.”

Otto Lara Resende (1922-1992), escritor e jornalista mineiro.

(Fonte: Revista Caras – 23 de setembro de 2010 – ANO 17 – EDIÇÃO 881 – Citações)

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