Marie Fredriksson, cantora sueca, que ficou conhecida como a voz do Roxette, formada também por Per Gessle

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Marie Fredriksson, que ficou conhecida como a voz do Roxette

Marie Fredriksson, do Roxette — (Foto: Britta Pedersen / dpa / AFP)

 

Dupla era formada também por Per Gessle e ficou conhecida por hits como ‘Listen to your heart’, ‘It must have been love’, ‘How do you do!’ e ‘Dangerous”.

 

 

Marie Fredriksson, vocalista do Roxette — (Foto: Juergen Schwarz/File Photo)

 

 

Marie Fredriksson (Össjö, Suécia, 30 de maio de 1958 – Össjö, Suécia, 9 de dezembro de 2019), cantora sueca, vocalista da dupla Roxette, um dos maiores ícones de uma geração. A cantora sueca começou a carreira musical em 1984, mas dois anos depois se uniu a Per Gessle para a formação do grupo.

A estrela sueca da música pop fez muito sucesso nos anos 1990, emplacando hits nas paradas como ‘The Look’, ‘Joyride’ e ‘It Must Have Been Love’. Fredriksson formou o Roxette com o músico Per Gessle em 1986, alcançando o sucesso internacional dois anos depois, com o lançamento do álbum Look Sharp!. Desta gravação de estúdio surgiram hits como Listen to Your Heart e The Look.

O Roxette emplacou músicas que foram sucesso no mundo inteiro nos anos 80 e 90, como “Listen to Your Heart” e “The Look”. A banda vendeu mais de 75 milhões de discos.

 

Marie nasceu em 30 de maio de 1958, na Suécia, e iniciou sua carreira musical quando se tornou amiga de seu então futuro companheiro de banda no Roxette, Per Gessle.

Em 1984, ela iniciou carreira solo e, dois anos depois, uniu-se a Per para a formação do grupo.

Ao longo dos anos, o Roxette lançou hits como “Listen to your heart”, “It must have been love”, “Joyride”, “Dressed for success”, “How do you do!”, “Sleeping in my car”, “Dangerous” e “Fading like a flower”.

Outros sucessos da banda durante os anos 1980 e 1990 foram It Must Have Been Love (conhecida por embalar uma cena marcante do filme Uma Linda Mulher), Joyride e Spending My Time.

Fredriksson, que nasceu na pequena cidade de Össjö, na Suécia, também lançou vários álbuns solo na sua língua materna. O único disco em inglês foi The Change, de 2004, que também marcou seu primeiro lançamento após o diagnóstico de câncer.

Em 2002, Fredriksson desmaiou no banheiro de sua casa após se sentir mal durante uma corrida matinal com o marido. Após descobrir um tumor em seu cérebro, ela passou por sessões quimioterapia e uma cirurgia.

Em 2002, Marie foi diagnosticada com um severo câncer no cérebro e passou por um longo tratamento. Em 2009, a cantora fez uma volta gradual aos palcos, seguindo com seus compromissos musicais e encontros com fãs até 2016, quando os médicos lhe pediram para interromper a turnê e se dedicar aos cuidados com a saúde.

Marie foi diagnosticada com um severo câncer no cérebro em 2002 e passou por um longo tratamento. Sete anos depois, a cantora fez uma volta gradual aos palcos, seguindo com seus compromissos musicais e encontros com fãs até 2016, ano em que os médicos pediram para Marie parar com sua turnê e focar em sua saúde.

A doença a deixou com sequelas permanentes: Fredriksson ficou cega de um dos olhos, teve audição e mobilidade reduzidas, e não foi mais capaz de ler ou escrever.

Após a recuperação, no entanto, ela voltou ao trabalho. Com o Roxette, o último lançamento foi o álbum Good Karma, de 2016. Após a turnê europeia celebrando os 30 anos de carreira do duo, ela anunciou que se aposentaria dos palcos.
A cantora passou os seus últimos anos longe dos holofotes, lançando eventuais singles solo, como Alone Again e I Want to Go, em 2017; e Sing Me a Song, em 2018, e investindo na carreira de pintora.

Marie era casada com Mikael Bolyos e tinha dois filhos, Josefin e Oscar.

 

Marie faleceu em 9 de dezembro de 2019 aos 61 anos, informou seu empresário. Em nota, ele disse que a artista enfrentou “17 anos de uma longa batalha contra o câncer”.

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Per Gessle, também integrante do Roxette, lamentou a morte de Marie em uma mensagem publicada nas redes sociais. “Não tanto tempo atrás, passávamos dias e noites em meu pequeno apartamento compartilhando sonhos impossíveis. Estou honrado e ter compartilhado seu talento e generosidade. As coisas nunca mais serão as mesmas”, lamentou o cantor.

“Obrigado, Marie, obrigado por tudo. Você era uma musicista incrível, uma mestre da voz, uma performer maravilhosa. Obrigado por pintar as minhas canções preto e branco com cores tão lindas. Você foi a amiga mais maravilhosa por mais de 40 anos. Sinto-me orgulhoso, honrado e feliz por você ter dividido o seu tempo, talento, generosidade e senso de humor comigo. Todo o meu amor vai para você e sua família. As coisas nunca mais serão as mesmas”, completou ainda.

(Fonte: https://g1.globo.com/pop-arte/musica/noticia/2019/12/10 – POP & ARTE / MÚSICA / NOTÍCIA / Por G1 – 10/12/2019)

(Fonte: https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2019/12/10 – ENTRETÊ / POP / Do UOL, em São Paulo – 10/12/2019)

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