Laszlo Csatary, criminoso nazista mais procurado do mundo.

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Laszlo Csatary, criminoso nazista mais procurado do mundo, acusado de cumplicidade na morte de 15.700 judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

Laszlo Csatary, 97 anos, acusado de cumplicidade na morte de 15.700 judeus durante a Segunda Guerra Mundial, foi encontrado em Budapeste, anunciou dia 15 de julho de 2012, o diretor do escritório do Centro Wiesenthal em Israel.

“Confirmo que Laszlo Csatary foi identificado em Budapeste”, declarou Efraim Zuroff. “O “The Sun” pôde fotografá-lo e filmá-lo graças a informações que fornecemos em setembro de 2011″, acrescentou.

“Há 10 meses, um informante nos deu elementos que nos permitiram localizar Laszlo Csatary em Budapeste. Este informante recebeu US$ 25 mil que prometemos em troca de informações que permitam encontrar criminosos nazistas”, disse Zuroff.

As informações sobre o paradeiro de Csatary foram enviadas em setembro de 2011 à promotoria da capital húngara. O vice-procurador de Budapeste, Jenö Varga, não confirmou a informação, limitando-se a declarar que “existe uma investigação em andamento. A promotoria está estudando as informações recebidas.”
(Fonte: www.ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2012-07-15 – AFP – 15/07/2012)

Detido em Budapeste o suposto nazista László Csatáry
Criminoso foi interrogado e está sendo preparado para ser posto em prisão domiciliar

A Procuradoria Geral de Budapeste anunciou nesta quarta-feira que o suposto criminoso de guerra nazista László Csatáry, de 96 anos de idade, foi detido na capital húngara. Segundo um comunicado da Promotoria, o detido foi interrogado, e as autoridades judiciais húngaras já começaram o procedimento para que seja posto em prisão domiciliar.

A Promotoria reconhece que em outubro de 2011 foi confirmada a identidade do acusado, que vivia com seu nome real em Budapeste havia 15 anos. O Centro Simon Wiesenthal (CSW) de Jerusalém responsabiliza Csatáry pelo envio de mais de 15 mil judeus a campos de extermínio durante a Segunda Guerra Mundial.

Em outubro de 1944, um golpe de Estado levou ao poder na Hungria o partido de orientação fascista Cruz de Flecha, que serviu incondicionalmente aos interesses do regime de Adolf Hitler. Cerca de 450 mil judeus húngaros foram assassinados a partir de 1944 em diversos campos de extermínio. Csatáry supostamente dirigiu em 1944 um acampamento nazista em Kosice, no leste do que hoje é a Eslováquia.

Segundo informou dia 18 de julho de 2012 a Promotoria da Hungria, a Justiça eslovaca confirmou às autoridades húngaras que o acusado foi condenado à morte na então Tchecoslováquia após a Segunda Guerra Mundial. Posteriormente, Csatáry fugiu para o Canadá, lugar que abandonou em 1997, quando foi retirada sua cidadania desse país, e se instalou em seguida em Budapeste com sua identidade original.
(Fonte: www.ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2012-07-18 – AFP – 18/07/2012)

Criminoso nazista tinha sido sentenciado à morte em 1948
Eslováquia diz que László Csatáry foi declarado culpado por crimes de guerra

O Instituto para a Memória Histórica da Eslováquia (UPN) confirmou dia 27 de julho de 2012 a existência de uma sentença de morte contra László Csatáry, emitida em 1948 e decidida por um júri popular de Kosice (atual Eslováquia) por sua participação em crimes nazistas.

Csatáry, de 96 anos, era um dos criminosos nazistas mais procurados do mundo, considerado responsável pela deportação de mais de 15.000 judeus a campos de extermínio. Ele foi detido recentemente em seu domicílio em Budapeste, onde passou meses sob vigilância.

Segundo o documento, em 8 de junho de 1948 Csatáry foi declarado culpado por crimes de guerra e condenado à pena de morte, com a perda de seus direitos civis durante 15 anos e o confisco de todos seus bens. “Trata-se de um documento autêntico”, explicou nesta sexta Ondrej Podolec, diretor da Seção de Pesquisa Científica do UPN.

O juiz do caso Csatáry focou sua decisão quase que exclusivamente na questão de atos desumanos, como a perseguição a cidadãos por motivos de raça, religião ou convicções políticas. “Ao cometer esses crimes, os testemunhos recolhidos falam que ele fez isso fora das ordens recebidas e utilizou práticas especialmente detestáveis”, explicou Podolec.

Entre os testemunhos figura o do médico Zoltán Hofman, que trabalhava num campo de internação de judeus e que classificou Csatáry de “sádico”, e o acusou de impedir a entrega de comida aos presos e de ameaçar com prisão quem o fizesse.

O médico também afirmou que o nazista permitiu a transferência de judeus doentes aos campos de concentração alemães – informação confirmada por outra testemunha, Fridich Alexander -, contra as ordens dos escritórios alemães. Além disso, eles eram deportados sem água nem comida.

O criminoso também perseguiu eslovacos, como é o caso de oito membros do Partido de União Nacional Eslovaca, a quem mandou a campos de concentração alemães. A Eslováquia ainda não decidiu como vai proceder, mas adiantou que fará “todo o possível” para que Csatáry seja punido.

(Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/internacional – JUSTIÇA – (Com agência EFE) -28 de julho de 2012)

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