José Aparecido de Oliveira, foi secretário particular do ex-presidente Jânio Quadros e deputado federal pela (UDN)

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Foto tirada em Brasília, dia 27 de março de 1987 mostra o escritor norte-americano Gore Vidal com o governador do Distrito Federal José Aparecido de Oliveira. (Crédito: Mila Petrillo/CB/D.A Press)

Foto tirada em Brasília, dia 27 de março de 1987 mostra o escritor norte-americano Gore Vidal com o governador do Distrito Federal José Aparecido de Oliveira. (Crédito: Mila Petrillo/CB/D.A Press)

 

José Aparecido de Oliveira (Conceição do Mato Dentro, Minas Gerais, 17 de fevereiro de 1929 – Belo Horizonte, 19 de outubro de 2007), ex-ministro, ex-governador do Distrito Federal e ex-embaixador

José de Oliveira foi ex-ministro da Cultura (governo José Sarney). Ficou no cargo de setembro de 1988 e março de 1990.

José Oliveira, nascido na cidade natal, Conceição do Mato Dentro, interior de Minas, em fevereiro de 1929, foi secretário particular do ex-presidente Jânio Quadros (janeiro de 1961 a agosto de 1961) e deputado federal pela União Democrática Nacional (UDN) em 1962. Em 1964, acabou tendo o mandato cassado após o golpe militar. Voltou à Câmara dos Deputados em 1982.

Foi governador do Distrito Federal de 1985 a 1988, ministro da Cultura entre setembro de 1988 e março de 1990 no governo de José Sarney e embaixador em Portugal no governo do presidente Itamar Franco.

Seu último cargo político foi como assessor especial de Relações Internacionais na gestão de Itamar Franco no governo de Minas Gerais. Antes de adoecer, presidia a Fundação Oscar Niemeyer.

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Aparecido de Oliveira faleceu em Belo Horizonte, na UTI do hospital Madre Teresa, dia 19 de outubro de 2007, de insuficiência respiratória, aos 78 anos.

O corpo de Oliveira foi velado no Palácio da Liberdade, Belo Horizonte, e enterrado em sua cidade natal, Conceição do Mato Dentro, interior de Minas.

Legado

O ex-ministro deixa mulher, Maria Leonor Gonçalves, uma filha, Maria Cecília, e um filho, o deputado federal José Fernando Aparecido de Oliveira (PV-MG). “O grande legado dele foi a afirmação dos valores éticos. Ele sempre dizia “as mãos e a consciência limpa e o interesse público acima de tudo”, disse o filho.

O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), divulgou nota de pesar pela morte de Oliveira. “Sua vida e sua história se confundem com a história de Minas e do país, porque seu talento, inteligência e seu espírito público sempre estiveram presentes nos momentos mais decisivos e dramáticos do Brasil contemporâneo”, diz o texto.

 

 

(Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL153320-5601,00- POLÍTICA – Minas Gerais – Do G1, em São Paulo – 19/10/07)

(Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u338239 – BRASIL – PAULO PEIXOTO – Da Agência Folha, em Belo Horizonte – 19/10/2007)

 

 

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