Gregory Peck, foi um dos grandes nomes de Hollywood, foi um dos galãs mais populares do cinema

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Gregory Peck foi um dos galãs mais populares do cinema.

 

 

 

Gregory Peck

Gregory Peck

 

 

Gregory Peck (La Jolla, California, 5 de abril de 1916 – Los Angeles, 12 de junho de 2003), ator americano, foi um dos grandes nomes de Hollywood.

 

Indicado cinco vezes aos Oscar, ele venceu em 1962, pela atuação em O Sol É para Todos. Bom moço nas telas e na vida real, ele defendeu minorias e militou contra a Guerra do Vietnã. Com 50 anos de carreira, atuou pela última vez em 1998. Foi homenageado em Cannes, em 2000, no documentário A Conversation with Gregory Peck.

 

O veterano galã hollywoodiano foi premiado com o Oscar de Melhor Ator pelo filme O Sol é Para Todos, em 1962. 

 

Gregory Peck nasceu em 5 de abril de 1916 em La Jolla, na Califórnia (Estados Unidos). Ele chegou a trabalhar como caminhoneiro antes de entrar para a universidade de Berkeley, no fim dos anos 30, onde começou a atuar. Depois ele se mudou para Nova York, onde fez vários papéis na Broadway. Lá foi descoberto e, após falhar em alguns testes, fez seu primeiro filme: Days of Glory, em 1944.

 

Peck se consagrou em meados dos anos 40, em filmes como Quando Fala o Coração (1945) e Agonia de Amor (1947), ambos de Alfred Hitchcock, Duelo ao Sol (1946, de King Vidor), Virtude Selvagem (1946, de Clarence Brown) e A Luz é para Todos (1947, de Elia Kazan).

 

Dos anos 50 aos 70, o astro participou de vários sucessos, como A Princesa e o Plebeu (1953, de William Wyler), Moby Dick (1956, de John Huston), Os Canhões de Navarone (1962, de J. Lee Thompson) e O Sol é Para Todos (1962, de Robert Mulligan), filme pelo qual ganhou seu único Oscar de melhor ator (foi indicado outras cinco vezes).

 

Outros títulos foram A Profecia (1976, de Richard Donner), MacArthur (1977), de Joseph Sargent (1925-2014) e Os Meninos do Brasil (1978), de Franklin J. Schaffner (1920-1989).

 

Para a atual geração, Peck era apenas o ator veterano que fez uma ponta em Cabo do Medo, de 1991, como advogado do bandido interpretado por Robert De Niro. No entanto, o próprio filme já cria uma ponte com o passado de um dos atores-galãs mais bem-sucedidos do cinema americano. Peck interpretou o personagem original no primeira versão do mesmo filme, só que como mocinho, em 1962.

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Justamente o filme que ganhou o Oscar é o que melhor representa a persona de Peck, filho de um farmacêutico de La Jolla, Califórnia. Em O Sol É para Todos, faz um advogado que toma conta de dois filhos pequenos e resolve defender um negro injustamente incriminado, em plena era da Depressão americana.

 

Entre outros filmes memoráveis estão A Princesa e o Plebeu, em que forma um par romântico com Audrey Hepburn na Itália, Quando Fala o Coração, de Alfred Hitchcock, A Luz É Para Todos, de Elia Kazan, o faroeste Duelo Ao Sol, e Moby Dick, no clássico papel de Capitão Ahab.

Gregory Peck, foi um dos grandes nomes de Hollywood

Gregory Peck, foi um dos grandes nomes de Hollywood

De caminhoneiro a presidente da Academia

Um papel curioso de Peck foi justamente o do nazista Josef Mengele, no filme Os Meninos do Brasil, de 1978. Quando o filme foi realizado, Mengele ainda estava vivo, morando em São Paulo.

Peck foi indicado em mais quatro ocasiões para o Oscar, por Almas em ChamasLuz É Para TodosVirtude Selvagem e As Chaves do Reino. Ele chegou a ser presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, em 1967 – e foi inclusive ele quem adiou a cerimônia em 1968, após o assassinato de Martin Luther King.

O ator chegou a trabalhar como caminhoneiro antes de entrar para a universidade de Berkeley, no fim dos anos 30, onde começou a atuar. Depois, mudou-se para Nova York, onde fez vários papéis na Broadway. Lá foi descoberto e, após falhar em alguns testes, fez seu primeiro filme: Days of Glory, em 1944.

A figura de Gregory Peck era ao mesmo tempo imponente e cativante, e isso fez com que fosse seguidamente escolhido para viver personagens marcados por altos valores morais e pela força de suas convicções. No total, Peck fez mais de 60 filmes. Os últimos foram Cabo do Medo (de Martin Scorsese, refilmagem de uma produção na qual foi astro em 1962) e Com o Dinheiro dos Outros (de Norman Jewison), ambos de 1991.

Um dos dramas fora das telas do ator foi o suicídio de seu filho mais velho, Jon, usando um revólver, em 1975.

Gregory Peck morreu em 12 de junho de 2003, aos 87 anos, em Los Angeles. Segundo seu assessor, Monroe Friedman, informou que, o ator morreu durante a noite, ao lado de sua mulher, Veronique. “Ela me disse que ele morreu tranquilamente, segurando sua mão”, explicou o assessor. “Ele somente estava ficando velho e mais frágil. Não estava doente. Apenas terminou sua jornada e morreu de velhice”, continuou Friedman.

(Fonte: http://cinema.terra.com.br/noticias – NOTÍCIAS / DIVERSÃO – CINEMA – 12 de junho de 2003)

(Fonte: https://www.terra.com.br/istoegente/203/aconteceu – Edição 203 – ACONTECEU – TRIBUTO / por Dirceu Alves Jr. – 23/06/2003)

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