Getúlio Vargas, estadista gaúcho que foi a figura central do Brasil no século XX

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GETÚLIO 1930-1945 – DO GOVERNO PROVISÓRIO À DITADURA DO ESTADO NOVO

Getúlio Dornelles Vargas (São Borja, 19 de abril de 1882 – Rio de Janeiro, 24 de agosto de 1945), estadista gaúcho, o mais importante político da história do Brasil, o homem que governou o país por turbulentos vinte anos, o mais extenso período de poder que um presidente brasileiro jamais teve. Vargas presidiu o Rio Grande do Sul, na segunda metade da década de 20, tornando-se o mais poderoso dos políticos brasileiros no século XX.

 

Foi o ditador que, por qualquer critério, foi a figura central do Brasil no século XX.

Getúlio Vargas chega ao poder com a Revolução de 1930, e só sairá em 1945.

Nesse intervalo, acontecem a Revolução Constitucionalista de São Paulo, em 1932, e a instauração do Estado Novo, em 1937.

Este é um retrato alentado do governante que escreveu em seu diário: “Gosto mais de ser interpretado do que de me explicar.”

UMA BREVE HISTÓRIA PARA UMA LONGA VIDA

O presidente que saía da vida para entrar na história

Do atentado da Rua Tonelero, que matou o major Rubens Vaz e feriu o jornalista Carlos Lacerda, dura derradeiros dezenove dias, e o final infeliz chega com o suicídio – à exumação dos fatos ocorridos entre 5 e 24 de agosto de 1954, num Rio de Janeiro dos anos 1950 de clima político sufocante daquele trágico agosto.

A saga do gaúcho de São Borja que, filho dos pampas, tão cauteloso, astuto e matreiro depois do batismo eleitoral, em 1909, foi deputado estadual, deputado federal, ministro de Estado, governador do Rio Grande do Sul, senador e chefe de Estado durante vinte anos, oito dos quais como ditador.

Em torno do pivô da trama, movimentam-se coadjuvantes com densidade de protagonista. Desde Oswaldo Aranha, amigo íntimo de Getúlio desde os anos 1920 e ministro da Fazenda em agosto de 1954.

(Fonte: Veja, 7 de agosto de 2013 – ANO 46 – N° 32 – Edição 2333 – LIVRO – Pág: 132)

(Fonte: Veja, 30 de abril de 2014 – ANO 47 – Nº 18 – Edição 2 371 – CINEMA / Por AUGUSTO NUNES – Pág: 126/127)

 

 

 

 

 

(Fonte: Veja, 16 de janeiro de 1980 – Edição 593 – LIVROS/ Por Getulio Bittencourt – Pág: 66)

 

 

 

Em 29 de abril de 1938 – Getúlio Vargas criou o Conselho Nacional do Petróleo, precursor da Petrobras, para que o governo pudesse controlar o produto.
(Fonte: www.guiadoscuriosos.com.br/fatos_dia – 29 de abril)

 

 

 

O então presidente Getúlio Vargas decreta a criação da Carteira de Trabalho, em 21 de março de 1932.

(Fonte: Zero Hora – ANO 51 – Nº 18.056 – HOJE NA HISTÓRIA – 21/03/2015 – Pág: 36)

 

 

Getúlio Vargas cria o BNDE (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico), em 20 de junho de 1952.

(Fonte: Zero Hora – ANO 52 – N° 18.147 – HOJE NA HISTÓRIA – 20 de junho de 1985/2015 – Pág: 44)

 

 

 

 

Getúlio Vargas sanciona o Decreto-Lei 5.452, que cria a Consolidação das Leis do Trabalho, em 1º de maio de 1943.

(Fonte: Zero Hora – ANO 50 – Nº 17.734 – 1º de maio de 2014 – HOJE NA HISTÓRIA – Pág: 60)

 

 

Em 5 de outubro de 1942, o presidente Getúlio Vargas decreta o cruzeiro como nova moeda oficial do Brasil.

(Fonte: Zero Hora – ANO 52 – N° 18.254 – HOJE NA HISTÓRIA – 5 de outubro de 2015 – Pág: 36)

 

 

 

O Cruzeiro é instituído por Getúlio Vargas como a moeda oficial do Brasil, em 4 de outubro de 1942.

(Fonte: Zero Hora – Ano 51 – Nº 17.890 – HOJE NA HISTÓRIA/ Almanaque Gaúcho/Jones Lopes da Silva – 4 de outubro de 2014 – Pág: 36)

 

 

 

 

 

 

 

Vargas ataca de novo

A iconografia do Brasil nos anos 30 se apresenta como uma coleção de cartões-postais, feitos pelo Departamento de Imprensa e Propaganda para trombetear as realizações administrativas do Estado Novo.

No coração do regime, um manuscrito de 1932 revela que Getúlio Vargas, enfrentando a revolução constitucionalista de São Paulo, já insinuava que se mataria em caso de derrota.

Em 1938, quando o ditador dedetizou o motim integralista, os comunistas lhe enviaram da prisão uma patriótica moção de aplauso ao êxito repressivo do governo.

Em si, esse flagrante de ambivalência política não é novidade. Nova, ou pelo menos conservada numa durável cobertura de ineditismo, é a impressão de manusear o manuscrito, onde ficaram impressas as marcas do cárcere. É escrito a lápis em papel almaço.

(Fonte: Revista Veja, 23 de julho de 1997 – ANO 30 – Nº 29 – Edição 1505 – HISTÓRIA / Por Marcos Sá Correa – Pág: 96/97/98/99/100)

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