Charles Perrault, foi o autor de clássicos como Gato de Botas, Chapeuzinho Vermelho, A Bela Adormecida, Barba Azul e O Pequeno Polegar

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Criador dos “contos de fada”

Charles Perrault (Paris, 12 de janeiro de 1628 – 16 de maio de 1703), escritor francês considerado pai da literatura infantil, autor de obras famosas escritas como: “A Bela Adormecida”, “Cinderela” e “O Gatos de Botas”.

Contemporâneo de La Fontaine, que se tornou conhecido por suas fábulas publicadas em 1668, Charles Perrault escritor e poeta francês que criou o gênero literário que viria a ser conhecido como “contos de fada” nasceu em 12 de janeiro de 1628 e membro da alta burguesia.

Perraut deu forma ao que se chama de “contos de fada”, e é autor de grandes clássicos do gênero, como “Chapeuzinho Vermelho”.

Perrault se tornou mundialmente conhecido por criar uma literatura popular que agradou tanto a crianças quanto adultos. Após trabalhar como advogado e superintendente de construções resolveu se dedicar à educação dos filhos.

Começou então a registrar histórias da tradição oral que sua mãe havia lhe contato ao pé da Lareira e próximo dos 70 anos publicou-os em um livro que ficou conhecido como “contos da mamãe gansa”, coletânea de oito histórias que falam de princesas, bruxas e fadas como “A Bela Adormecida”, “Chapeuzinho Vermelho” e “Cinderela”, entre outros títulos.

O escritor iniciou sua trajetória cursando direito, chegou a se tornar conselheiro do Rei Luís XIV e, somente quando aposentado, se dedicou às histórias. Já idoso, resolveu registrar as histórias que ouvia da mãe e nas ruas da França em um livro que recebeu nome de “Contos da Mãe Gansa”. A obra reúne contos famosos como “Gata Borralheira” e  “Pequeno Polegar”, que, mais tarde, ganharam adaptações para filmes.

A primeira edição foi publicada em onze de janeiro de 1697 com o nome de “Histórias ou contos do tempo passado com moralidades” e era chamado de “Contos da Velha” e “Contos da Cegonha”.

“Pai da literatura infantil”

Nascido em 12 de janeiro de 1628 em Paris, Perrault foi quem estabeleceu as bases para o gênero dos contos de fadas que conhecemos hoje. Foi o autor de clássicos como Gato de Botas, Chapeuzinho Vermelho, A Bela Adormecida, Barba Azul e O Pequeno Polegar.

Perrault nasceu em uma família da alta burguesia, começou os estudos no colégio de Beauvais e posteriormente formou-se advogado, em 1651, com apenas 23 anos de idade. Três anos depois, tornou-se assistente de Colbert, famoso conselheiro do Rei Luís XIV. Em seguida, virou superintendente das obras públicas do reino. Em 1671, tornou-se membro da Academia Francesa de Letras.

Retrato de Charles Perrault (Foto: Reprodução/Biography.com)

Retrato de Charles Perrault (Foto: Reprodução/Biography.com)

 

Lá, foi um dos integrantes da longa disputa intelectual chamada Querela dos Antigos e dos Modernos. Os Antigos eram um grupo que defendia a superioridade de conteúdos feitos pelos greco-romanos, e os Modernos, grupo do qual Perrault fazia parte, tinham como “preferidas” as obras francesas. Apesar de bastante ativo nesta área, o escritor somente fez sua principal obra bem depois disso.

Antes disso, porém, já era um célebre autor, conhecido pelos poemas galantes, preciosamente escritos. Escreveu, por exemplo, uma coletânea poética intitulada Le Miroir (O Espelho) ou A Metamorfose de Orante e La Chambre de Justice d’Amour (A Câmara da Justiça do Amor). Em 1653, publicou um poema burlesco, Les Murs de Troie (Os Muros de Troia), em que atacou enfaticamente a antiguidade.

Em 1695, aos 62 anos, perdeu seu posto como secretário do Reino, e então, já idoso, resolveu contar para todos as histórias que ouvia de sua mãe e dos salões parisienses. Publicou o livro “Contos da Mamãe Gansa”, em 11 de janeiro de 1697, e estabeleceu ali a gênesis dos contos de fadas. Foi o primeiro a dar um fim literário a estas histórias, que eram apenas contadas verbalmente entre as damas dos salões parisienses.

O livro tinha os contos e as “morais das histórias”, em forma de poesia, encerrando cada uma das histórias.  O livro é até hoje vendido em livrarias de todo o mundo e suas adaptações, é claro, já são históricas.

Casado com Marie Guichon, Perraut teve quatro filhos, Charles Samuel, Charles, Pierre Darmancour e uma menina cujo nome é desconhecido, pois não há documentos a respeito. Após apenas seis anos de casamento, a esposa morreu de varíola. Charles Perrault , por sua vez, viveu até os 75 anos, vindo a falecer em 16 de maio de 1703.

(Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2016/01 – VIDA DIGITAL – INTERNET/ por ALINE JESUS Para TechTudo – 12/01/2016)

(Fonte: http://www.ebc.com.br/cultura/2016/01 – CULTURA – Por Portal EBC – Criado em 12/01/16)

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