Carlos Lessa, economista, professor emérito do Instituto de Economia e ex-reitor da UFRJ e ex-presidente do BNDES

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Ex-presidente do BNDES Carlos Lessa

 

Carlos Francisco Theodoro Machado Ribeiro de Lessa (Rio de Janeiro, 30 de julho de 1936 – no Hospital Copa Star do Rio de Janeiro, 5 de junho de 2020), economista, professor emérito do Instituto de Economia e ex-reitor da UFRJ e ex-presidente do BNDES.

 

Lessa foi presidente do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) de janeiro de 2003 a novembro de 2004, durante o mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele também foi reitor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) de julho de 2002 até assumir o cargo no BNDES.

 

Como professor, função que exerceu por quase toda a vida entre passagens por cargos públicos, foi eleito em 2002 reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde se formara em Ciências Econômicas em 1959.

 

Lessa, foi reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e presidente do BNDES.

 

Carlos Francisco Theodoro Machado Ribeiro de Lessa foi professor da UFRJ, onde se formou economista em 1959, e foi eleito reitor em 2002. Fã da cultura e do Rio de Janeiro, a atuação dele não se restringiu ao campo acadêmico. Ele fundou o bloco Minerva Assanhada, formado por alunos e estudantes da instituição. A deusa da sabedoria é o símbolo da instituição.

Ele também foi professor do Instituto Rio Branco, ministrou cursos na Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal) e no Instituto Latino-americano de Pesquisas (Ilpes), da ONU, na Universidade do Chile e na Unicamp.

 

Mestre em Análise Econômica pelo Conselho Nacional de Economia, doutorou-se em Ciências Humanas, em 1980, pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

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Lessa também foi consultor da Fundação para o desenvolvimento da Administração Pública (Fundap).

 

Lessa acumulou, ainda, passagens por diversas instituições, como: Ministério das Relações Exteriores, Centro Econômico para América Latina (Cepal/ONU), Superintendência de Desenvolvimento Econômico (Sudene), Ilpes/ONU, Banco Interamericano de Desenvolvimento (Intal/BID/Argentina), Centro Interamericano de Capacitação em Administração Pública (Cicap/Venezuela), Universidade do Chile, Fundação Getúlio Vargas (FGV), Fundação para o Desenvolvimento da Administração Pública (Fundap), Unicamp, Conselho Superior de Previdência Social (CSPS), Universidade só Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Detergentes do Nordeste e Instituto Virtual de Economia e Logística do Rio de Janeiro.

 

Ele ainda serviu como assessor do ex-presidente do PMDB Ulysses Guimarães e dirigiu a área social do BNDES, o Finsocial (1985-1989). Lessa também foi economista do Instituto Latino Americano de Planificación Económica & Social da ONU e consultor da Fundação para o Desenvolvimento da Administração Pública de São Paulo.

 

O economista Carlos Lessa, 83 anos, faleceu em 5 de junho de 2020 no Hospital Copa Star do Rio de Janeiro, onde estava internado. A informação foi confirmada pelo filho Rodrigo Ribeiro Lessa em publicação nas redes sociais.

“Meu amado pai foi hoje, às 5 horas da manhã, descansar. A tristeza é enorme. Seu último ano de vida foi de muito sofrimento e provação. O legado que ele deixou não foi pequeno. Foi um exemplo de amor incondicional pelo Brasil, coerência e honestidade intelectual, espírito público, um professor como poucos e uma alma generosa que sempre ajudou a todos que podia quando estava a seu alcance, um grande amigo. Que descanse em paz. Aos que têm afeição por ele, comunicaremos uma cerimônia virtual em função da pandemia”, afirmou o filho do economista.

 

Em nota, a UFRJ afirmou que Lessa sempre trabalhou pela universidade, com respeito às decisões dos colegiados e às instâncias administrativas.

“A Reitoria da UFRJ lamenta profundamente a perda de Lessa e presta condolências à família e aos amigos. O Brasil perde um grande Brasileiro, com B maiúsculo”.

 

E completou: “na UFRJ como reitor, Lessa defendeu a necessidade do retorno à normalidade institucional, sobretudo pelo respeito às decisões dos colegiados e às instâncias administrativas. Ainda que tenha ficado no posto por seis meses, deixou uma lembrança cultural incomensurável à Universidade do Brasil, a quem tanto amou: criou o bloco Minerva Assanhada, nome escolhido pelo economista, fazendo alusão ao símbolo da Universidade”.

(Fonte: https://www.infomoney.com.br/economia – ECONOMIA / Por Equipe InfoMoney – 5 jun 2020)

(Fonte: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/06/05 – ECONOMIA / NOTÍCIAS / Do UOL, em São Paulo – 05/06/2020)

(Fonte: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2020/06/05 – RIO DE JANEIRO / NOTÍCIA / Por G1 Rio – 05/06/2020)

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