Bibi Andersson, estrelou clássicos como “O Sétimo Selo” e “Persona” do diretor e compatriota Ingmar Bergman

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Musa de Bergman

Entre os filmes estrelados pela atriz estão clássicos como “O Sétimo Selo” e “Persona”

 

 

Sueca Bibi Andersson (centro) resistia a ser identificada como a atriz de Ingmar Bergman – (Foto: AFP/Arquivos)

 

Vencedora do Urso de Prata em Berlim, atriz estrelou clássicos do diretor sueco, como ‘O Sétimo Selo’ e ‘Persona’

 

Berit Elisabeth Andersson era uma das favoritas do cineasta Ingmar Bergman

Berit Elisabeth Andersson (Kungsholmen, Estocolmo, 11 de novembro de 1935 – Estocolmo, 14 de abril de 2019), atriz sueca, musa do cineasta Ingmar Bergman. Juntos fizeram 12 filmes e dezenas de espetáculos teatrais.

Berit Elisabeth Andersson, seu nome de batismo, estreou nas telas aos 15 anos, em uma propaganda dirigida por Bergman. Depois, se formou como atriz no Teatro Dramático Real, o prestigiado Dramaten, e apareceu em vários filmes e, ficou conhecida por seus papéis nos filmes do diretor e compatriota Bergman, entre eles “O Sétimo Selo”, “Morangos Silvestres” e “Quando Duas Mulheres Pecam (Persona)”. Foi o seu papel neste último filme que fez com que ela ganhasse o Guldbagge, o maior prêmio do cinema sueco.

Tal sucesso abriu caminho para o início de uma carreira internacional, que incluiu trabalhos com cineastas como John Huston (“Carta ao Kremlin”) e Robert Altman (“Quinteto”).

A partir do final dos anos 80, centrou sua carreira na TV e no teatro, onde voltou a fazer parcerias com Ingmar Bergman.

 

Andersson estrelou vários clássicos de Bergman, como “O Sétimo Selo” (1957), “Morangos Silvestres” (1957) e “Persona” (1966).

 

 

Bibi estrelou vários clássicos de Bergman, como O Sétimo Selo (1957), Morangos Silvestres (1957) e Persona (1966). Neste último, ela interpreta Alma, enfermeira que se envolve em uma amizade com tons de obsessão com a paciente em choque, vivida por Liv Ullman — ambas as atrizes, aliás, tiveram relacionamentos românticos com Bergmann nos bastidores.

 

 

A atriz começou a trabalhar com o diretor quando tinha apenas 15 anos de idade, em vários anúncios da marca de sabonetes sueca “Bris”, dirigidos por ele.

 

 

A ampla carreira a levou a recebeu vários prêmios, entre eles o Urso de Prata de melhor atriz no Festival Internacional de Cinema de Berlim em 1963 por seu papel em A Amante Sueca, de Vilgot Sjoman (1962).

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Ela recebeu vários prêmios, entre eles o Urso de Prata de melhor atriz no Festival Internacional de Cinema de Berlim em 1963 por seu papel em “A amante”, de Vilgot Sjoman (1962).

Seus primeiros créditos cinematográficos vieram em 1951, mas ela continuou trabalhando e estrelando em filmes até 2009, quando sofreu um derrame que paralisou um lado de seu corpo.

 

 

Bibi Andersson morreu em 14 de abril, aos 83 anos. Desde 2009, Bibi estava afastada da vida pública, em decorrência de uma grave derrame cerebral, e vivia em clínica de Estocolmo.

 

Sua filha explicou que Andersson deixou uma marca na vida de muitas pessoas.

“Deixa um grande vazio para cada um de nós que teve o privilégio de estar perto dela”, disse Grede Dahlstrand.

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