Arto Paasilinna, escritor finlandês que ficou conhecido mundialmente por seu livro “O Ano da Lebre” (1975)

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Arto Paasilinna, escritor best seller finlandês

Autor de 35 romances e obras de não ficção, ele foi traduzido para 40 idiomas e vendeu mais de 8 milhões de exemplares.

 

 

Arto Tapio Paasilinna (Kittilä, 20 de abril de 1942 – Espoo, 15 de outubro de 2018), escritor finlandês que também foi jornalista, ficou conhecido mundialmente por seu livro “O Ano da Lebre” (1975).

 

Este ex-lenhador convertido ao jornalismo e literatura vendeu cerca de oito milhões de livros ao longo da sua carreira. Paasilinna escreveu mais de três dezenas de obras, mas tornou-se mais famoso por A lebre de Vatanen, adaptado por duas vezes ao cinema, primeiro por Risto Jarva em 1977 (onde também escreveu o argumento) e depois em 2006 por Marc Rivière. Também adaptadas ao cinema, temos Cornelius, the Howling Miller (filme lançado em 2017)Um Aprazível Suicídio em Grupo (2000), e Life Short, Rytkönen Tall (1997).

 

Paasilinna, autor de 35 romances e várias obras de não ficção, foi traduzido para mais de 40 idiomas e se tornou um dos escritores finlandeses mais populares da história, com mais de 8 milhões de exemplares vendidos no mundo todo.

 

Paasilinna, autor de 35 obras traduzidas para dezenas de línguas, nas quais estão muito presentes os bosques de seu país, vendeu oito milhões de livros em meio século de carreira.

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Seus romances tragicômicos sobre a vida nos países nórdicos contam aventuras como a de um geômetra senil e seu companheiro de viagem e a de um jornalista que adota uma lebre com a pata quebrada.

Conhecido por seu humor negro e ácido, entre seus romances de maior sucesso estão “O ano da lebre” (1975), “Howling Miller” (1981), “The forest of the hanged foxes” (1983) e “A charming mass suicide” (1990), todas eles adaptadas para o cinema.

Com um estilo leve, cômico e às vezes surrealista, suas histórias abordam temas da idiossincrasia finlandesa, cujo exotismo reside em parte do seu sucesso internacional, para terminar com uma sutil sátira para o progresso e a modernidade.

Paasilinna nasceu na cidade de Kittilä em abril de 1942 e durante sua juventude se dedicou ao jornalismo, atividade que exerceu com a literatura a partir de 1972.

 

“Como escritor quero exagerar as coisas e é mais fácil fazê-lo com as pessoas do meu país do que buscar em outros lugares (…). Os humanos em geral estão um pouco loucos, de uma maneira comovedora, e os finlandeses, ainda mais, talvez mais que os outros”, disse à AFP em 2005.

Arto Paasilinna faleceu em 15 de outubro de 2018 em um asilo da cidade de Espoo aos 76 anos, na região de Helsinki.

(Fonte: https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2018/10/16 – POP & ARTE / NOTÍCIA / Por Agência EFE – 16/10/2018)

(Fonte: https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2018/10/16 – ESTADO DE MINAS / INTERNACIONAL / Por AFP – postado em 16/10/2018)

(Fonte: http://c7nema.net/producao – PRODUÇÃO / CINEMA / por Jorge Pereira – 16-10-2018)

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