Aracy Cardoso, foi uma atriz com passagem marcante pela TV Globo

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Famosa por novelas nos anos 70

 

Aracy Cardoso - Com passagem pelas TVs Excelsior, Tupi, Globo e Record, a atriz teve papéis marcantes em novelas (Michel Angelo/Rede Record)

Aracy Cardoso – Com passagem pelas TVs Excelsior, Tupi, Globo e Record, a atriz teve papéis marcantes em novelas (Michel Angelo/Rede Record)

 

Aracy Cardoso, atriz que iniciou a carreira na teledramaturgia em 1965

Aracy Cardoso Fróes (Rio de Janeiro, 17 de junho de 1937 – Rio de Janeiro, 26 de dezembro de 2017) , atriz que participou de várias novelas na TV Globo, e seu último trabalho foi em “Sol Nascente”, exibida entre agosto de 2016 e março de 2017.

Atriz carioca com seis décadas de profissão na televisão, no teatro e no cinema. Iniciou a carreira na teledramaturgia em A Indomável (1965), versão da TV Excelsior do clássico A Megera Domada, de William Shakespeare (1564-1616), na qual interpretou a mocinha Catarina.

No começo dos anos 70, passou a integrar o elenco da Tupi, aparecendo em novelas como As Bruxas (1970) e A Revolta dos Anjos (1972-1973). Em 1974, a Globo a contratou e, na emissora, ela construiu uma longeva carreira, com papéis de destaque em Vejo a Lua no Céu (1976), À Sombra dos Laranjais (1977) e Água Viva (1980).

Aracy Cardoso foi uma atriz com passagem marcante pela TV Globo. Muito conhecida como a Zazá, de “A Gata Comeu”, participou também de muitas outras novelas como “Fogo sobre a Terra”, “À sombra dos laranjais”, “Vejo a lua no céu” e “Memórias de amor”. Sua última participação aconteceu na novela “Sol Nascente”, em 2017.

 

Oberdan Junior, Aracy Cardoso e Danton Mello em “A Gata comeu”, de 1985 (Foto: Nelson Di Rago/TV Globo)

 

Nascida no Rio de Janeiro e filha de uma cantora de ópera, Aracy herdou a veia artística e começou a atuar nos palcos, mas logo adentrou a televisão, nos anos 1960, onde se destacaria. Interpretou mocinhas em novelas como “Os Quatro Filhos”, “Sublime Amor”, “O Direito dos Filhos” e “A Indomável”, todas da TV Excelsior, de São Paulo.

Atuou em “Anastácia, a mulher sem destino”, na Rede Globo, para onde voltaria na década seguinte, nas novelas “Fogo sobre Terra”, “À Sombra dos Laranjais”, “Vejo a Lua no Céu”, “Memórias de Amor” e “Água Viva”. Um de seus papéis mais famosos foi como a governanta Zazá, de “A Gata Comeu”, de Ivani Ribeiro. Sua última aparição na TV foi este ano, numa participação especial em “Sol Nascente”, novela de Walther Negrão, Suzana Pires e Júlio Fischer.

 

Aracy Cardoso, à esquerda, contracena com Letícia Spiller na novela “Zazá”, da Rede Globo (Foto: Associated Press)

 

 

Ela era conhecida por participações em diversas novelas da Globo, como “Fogo Sobre Terra” (1974), “De Corpo e Alma” (1992) e “Sol Nascente” (2017), seu último trabalho, no qual interpretou a personagem Dona Laís.

 

 

Fábio Jr., Aracy Cardoso, Nelson Dantas e Ney Sant’Anna em “O Amor é nosso”, de 1981 (Foto: Cedoc/TV Globo)

 

Entre novelas, séries e filmes, Aracy acumulou 52 trabalhos no currículo. No cinema, estreou em “Fatalidade” (1953), de Jacques Maret. Após três décadas dedicadas à televisão, voltou à tela grande em “O homem nu” (1997), de Hugo Carvana. Seu último papel foi em “Nosso lar” (2010), de Wagner de Assis.

Em 1999, Aracy estreou, no Teatro Vannucci, o monólogo “Dona Ninguém”, com texto de Heloneida Studart e direção de Jesus Chediak. Na época, comparou a experiência a uma luta:— Num monólogo, um ator não pode fingir, enganar o espectador. Tenho que dançar, cantar e atuar. Eu me sinto como se estivesse num ringue lutando — disse ela, que na peça interpretou Maria, uma mulher que passa a rever toda a sua vida após a morte do marido.

 

Aracy Cardoso, Edson França e Mario Brasini em “Anastácia, a Mulher sem Destino”, de 1967 (Foto: Cedoc/TV Globo)

 

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DO TEATRO À TV

 

Filha de uma cantora de ópera, Aracy Cardoso Fróes começou sua carreira no teatro, passando para a televisão a partir de meados dos anos 1960.

Em 1965, ela começou a atuar em novelas na TV Excelsior, em São Paulo, quase sempre em papeis de mocinhas.

Foi assim nos folhetins “Os Quatro Filhos”, “Sublime Amor”, “O Direito dos Filhos” e “A Indomável”, adaptação da peça “A Megera Domada”, de Shakespeare.

Nos anos 1970, a atriz trabalhou em novelas da Rede Globo, como “Fogo Sobre Terra”, “À Sombra dos Laranjais”, “Vejo a Lua no Céu”, “Memórias de Amor” e “Água Viva”.

Em tempos recentes, a atriz também participou de novelas da Record, como “Dona Xepa” (2013), antes de voltar a trabalhar na Globo.

 

Aracy Cardoso

A atriz Aracy Cardoso como a personagem Alda na novela “Dona Xepa”, da Record (Foto: Michel Angelo/Divulgação)

 

Foram mais de 50 trabalhos entre novelas, séries e filmes, como “Fatalidade” (1953), de Jacques Maret (1900-1980), que marcou sua estreia no cinema.

Na telona ela participou ainda dos filmes “O Homem Nu” (1997), de Hugo Carvana, e “Nosso Lar” (2010), de Wagner de Assis.

Afastou-se em 2005, após um infarto. Recuperada, voltou à ativa cinco anos depois, na TV Record. Em 2017, fez um papel menor na novela Sol Nascente, da Globo.

Aracy Cardoso morreu em 26 de dezembro de 2017, no Rio de Janeiro, aos 80 anos. Aracy estava internada havia um mês no Hospital São Lucas, em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro, tratando de vários problemas no coração e nos rins. A informação foi confirmada ao EXTRA pela amiga da artista, a atriz Priscila Camargo.

Além do problema do coração, Aracy sofria de hidrocefalia e distúrbios do equilíbrio.

“Era uma grande atriz. A primeira grande atriz da televisão carioca. Nos anos 50, quando a televisão não era nacional, não era em rede, ela fez muito sucesso fazendo as primeiras novelas da TV, quando as novelas não eram diárias ainda. Ela tem pelo menos um sucesso, um sucessão dos anos 50, que é ‘A canção de Bernadette’ [1944], que é uma adaptação do filme famoso, que era com a [atriz]Jennifer Jones, e ela fazia a [o papel da]Jennifer Jones nessa versão carioca”, lembra o escritor e jornalista Artur Xexéo.

(Fonte: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia – RIO DE JANEIRO – NOTÍCIA / Por G1 Rio – 26/12/2017)

(Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2017/12 – ILUSTRADA / DE SÃO PAULO – 26/12/2017)

Copyright Folha de S.Paulo. Todos os direitos reservados.

(Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/revista-da-tv – CULTURA / REVISTA da TV – TV / por O GLOBO – 26/12/2017)
(Fonte: https://veja.abril.com.br/revista-veja/datas- Revista VEJA – Datas / Por Da Redação – 31 jan 2018)

(Fonte: Zero Hora – Ano 54 – N° 18.970 – 27 de dezembro de 2017 – TRIBUTO / MEMÓRIA – Pág: 35)

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