Aníbal Freire da Fonseca, foi ministro da Fazenda no governo Artur Bernardes e membro da Academia Brasileira de Letras

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Aníbal Freire da Fonseca (Lagarto, Sergipe, 7 de julho de 1884 – Laranjeiras, Rio de Janeiro, 22 de outubro de 1970), acadêmico, jornalista, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, através de decreto do ditador Getúlio Vargas, datado de 17 de junho, assumindo a 26 deste mês, na vaga do ministro Washington Osório de Oliveira (1872-1950).

Terceiro ocupante da Cadeira 3, eleito em 30 de setembro de 1948 na sucessão de Roberto Simonsen e recebido pelo Acadêmico João Neves da Fontoura em 10 de maio de 1949. Recebeu o Acadêmico Assis Chateaubriand em 27 de agosto de 1955.

Em 1903, diplomou-se pela Faculdade de Direito de Recife, tendo exercido antes o cargo de promotor público de Aracaju, Sergipe. Em 1904 foi nomeado subinspetor de Seguros em Pernambuco. Foi eleito deputado estadual em 1907.

No mesmo ano fez concurso para professor da Faculdade de Direito do Recife, seção de Economia Política, Finanças e Direito Administrativo, sendo nomeado. De 1908 a meados de 1909 exerceu o cargo de Secretário -Geral do Estado de Pernambuco, no Governo Herculano Bandeira. 

Em setembro de 1909 foi eleito deputado federal. Em 1916, foi provido no cargo de professor catedrático de Direito Administrativo. Eleito deputado federal para a legislatura de 1924-1926, renunciou o mandato para ocupar o cargo de Ministro da Fazenda, de 1925 a 1926, no governo de Artur Bernardes.

Voltou à Câmara dos Deputados, na legislatura de 1927 a 1920. Exerceu as funções de membro do Conselho Superior de Ensino de 1913 a 1923 e do Conselho Nacional de Educação, de 1934 a 1940. De fins de 1938 a junho de 1940 exerceu o cargo de Consultor Geral da República, de que se afastou, por ter sido nomeado Ministro do Supremo Tribunal, no qual se conservou até maio de 1951, quando foi aposentado, por tempo de serviço.

Freire da Fonseca chegou de Pernambuco no Rio de Janeiro em 1909, como deputado federal, e onde foi ministro da Fazenda no governo Artur Bernardes, ocupando o cargo no biênio 1925-1926. 

Na legislatura seguinte (1927-1928) volta a eleger-se deputado federal, sendo líder da bancada. Reelegeu-se em 1930, quando eclode a Revolução.

Durante este período, continuou exercendo o jornalismo, tendo inclusive sido diretor do Jornal do Brasil, nos períodos de 1922-1929 e de 1937-1940.

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No Supremo fica até ser aposentado compulsoriamente, pelo decreto de 17 de maio de 1951, recebendo as homenagens do Tribunal através do ministro Luís Gallotti (1904-1978).

Freire da Fonseca faleceu no Rio de Janeiro, em 22 de outubro de 1970, aos 86 anos, do coração, em sua casa da rua das Laranjeiras.

 

 

(Fonte: Veja, 22 de outubro de 1970 – Edição 112 – DATAS – Pág: 74)

(Fonte: http://www.academia.org.br/abl – Academia Brasileira de Letras – ANÍBAL FREIRE)

 

 

 

 

 

 

 

 

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