“A totalidade das coisas é a consequência da incessante conjugação do verbo ‘fazer’.” THOMAS CARLYLE, escritor, historiador, ensaísta e professor escocês durante a era vitoriana (1795-1881)

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“A totalidade das coisas é a consequência da incessante conjugação do verbo ‘fazer’.” 

THOMAS CARLYLE, escritor, historiador, ensaísta e professor escocês durante a era vitoriana (1795-1881)

(Fonte: Zero Hora – Ano 54 – N° 19.067 – 20 abril de 2018 – JÁ FOI DITO – Pág: 48)

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