A primeira organização indigenista fundada no Brasil

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1ª organização indigenista do Brasil

Para reforçar a importância dos povos indígenas e dos seus direitos

 

Para reforçar a importância dos povos indígenas durante o mês da Amazônia, celebrado em setembro, a Operação Amazônia Nativa (OPAN), primeira organização indigenista fundada no Brasil, em 1969, atua no fortalecimento do protagonismo dos povos indígenas no cenário regional, pautada na ação direta, por meio do convívio e do envolvimento cotidiano nas aldeias, a fim de valorizar sua cultura e seu modo de organização social, por meio da qualificação das práticas de gestão de seus territórios e recursos naturais, de forma autônoma e sustentável.

 

Guardiões da floresta

 

A ideia da campanha surgiu por causa de um relatório inédito divulgado em março deste ano pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO, em inglês), que apontou que os povos indígenas são os melhores guardiões das florestas tropicais e fundamentais para o equilíbrio do clima no planeta.

 

Baseado em uma revisão de mais de 300 estudos publicados nas últimas duas décadas, o documento mostra que a emissão de gás carbônico, responsável pelo efeito estufa e aceleração das mudanças climáticas, é infinitamente menor em terras indígenas na Amazônia.

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Coleção de sandália doa lucro à 1ª organização indigenista do Brasil

Nova linha foi lançada pela marca de lifestyle sustentável Linus para reforçar a importância dos povos indígenas e dos seus direitos

 

A marca de lifestyle sustentável Linus acaba de lançar a coleção de sandálias Linus Amazônia. Integrante da linha permanente da marca, a sandália terá 100% dos lucros doados para a Operação Amazônia Nativa (OPAN).

 

Desenvolvedora da primeira sandália de plástico vegana nacional, a Linus cresceu 700% durante a pandemia. Todos os seus produtos são feitos de material composto por 70% de fontes renováveis e material 100% reciclável. Além disso, a empresa coleta 200% do plástico que produz e compensa a emissão de carbono gerada a cada ano, o objetivo é se tornar carbono negativa até 2026.

 

“Queremos trazer um novo ponto de vista para o mês da Amazônia e reforçar a interdependência existente entre nós e a floresta, mostrar que nosso bem-estar está diretamente ligado à saúde da Amazônia e que não é possível estabelecer esta relação de respeito sem a valorização do conhecimento indígena e a preservação dos seus direitos”, afirma Isabela Chusid, CEO e fundadora da Linus.

A marca também possui os selos Eu Reciclo e Carbon Free, além de ser certificada pela organização internacional de direitos dos animais PETA .

(Fonte: https://virtz.r7.com – VIRTZ | Do R7 – 19/09/2021)

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