A primeira mulher presidente da Academia Cearense de Letras

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Academia Cearense de Letras tem mulher como presidente pela 1ª vez em 124 anos

 

Escritora Angela Gutiérrez é a primeira mulher a presidir a Academia Cearense de Letras

 

 

Angela Gutiérrez

A escritora Angela Gutierrez será a primeira mulher a assumir a presidência da Academia Cearense de Letras, em Fortaleza — (Foto: Helene Santos/ SVM)

 

Ela será a primeira mulher a assumir o cargo em 124 anos de existência da agremiação literária.

 

 

Angela Gutiérrez foi escolhida por unanimidade a presidente da Academia Cearense de Letras (ACL). Esta é a primeira vez, em 124 anos, que a Casa será comandada por uma mulher.

 

A escritora Angela Gutiérrez tomou posse em 30 de janeiro como presidente da Academia Cearense de Letras (ACL). Ela é a primeira mulher a assumir o cargo em 124 anos de existência da agremiação literária do gênero mais antiga do Brasil. O evento aconteceu no Palácio da Luz, no Centro de Fortaleza.

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A nova presidência assume após a gestão de Ubiratan Aguiar e estará à frente da casa durante o biênio 2019-2020.

Angela Gutiérrez terá como vice-presidente o professor e poeta Juarez Leitão. A nova presidente pretende estimular na Academia a presença de pesquisadores, grupos e pessoas interessadas em mergulhar na literatura cearense, com ênfase na circulação de pessoas pelos corredores da casa.

A escritora ocupa a cadeira de número 18 desde 1996. Ela é a bisneta do primeiro presidente da Academia, Tomás Pompeu de Sousa Brasil. “Tenho o sentimento bom de que estou dando continuidade a um processo. Pretendo dar foco a autores cearenses de diferentes setores da sociedade, aproximando a Academia das pessoas.”, disse em entrevista ao Diário do Nordeste.

 

A nova presidente que ocupa o cargo até o final de 2020. Ela comentou como ser a primeira do sexo feminino, pode abrir espaço para outras mulheres ocupar o mesmo cargo no futuro.

 

 

“Quando uma mulher abre uma porta, ela não abre só para ela, mas deixa aberta para as outras.”, disse ela que promete criar iniciativas para incluir também autores negros, indígenas e LGBTs.

 

 

Legado familiar

Natural de Fortaleza, Angela Gutiérrez é autora de sete livros, entre eles “O Mundo de Flora”, considerada sua obra-prima; “Avis Rara”; e “Luzes de Paris e o Fogo de Canudos”. Ela participou ainda da organização de diversas outras publicações, em parceria com nomes como Sânzio de Azevedo e Estrigas.

Angela Gutiérrez é bisneta do intelectual Tomás Pompeu de Sousa Brasil, o primeiro presidente da Academia Cearense de Letras, dando continuidade ao legado da família.

Foi na casa do bisavô que a escritora passou os primeiros anos da infância, imersa em uma vastidão de livros, que colaborou para a trajetória de Angela Gutiérrez.

(Fonte: https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2019/01/30- CEARÁ / NOTÍCIA / Por Diego Barbosa, G1 CE – 30/01/2019)

(Fonte: https://observatoriog.bol.uol.com.br/noticias/2019/01 – NOTÍCIAS / CULTURA / Por Rangel Querino – 31 de janeiro de 2019)

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