Oscar Schmidt: do ouro histórico nos EUA, e aos dias em que o maior cestinha chorou com o Brasil
Oscar entra no Hall da Fama do basquete nos Estados Unidos
“Mão Santa” é o terceiro brasileiro a receber a honraria
Oscar Schmidt, ex-jogador de basquete, um dos maiores nomes da história do basquete e uma lenda do Movimento Olímpico do Brasil. Conhecido como ‘Mão Santa’, o atleta foi recordista brasileiro em participações olímpicas no basquete, disputou cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos e se tornou o único atleta a ultrapassar a marca de 1.000 pontos na história da competição.
O eterno ‘Mão Santa’ e lendário camisa 14 da seleção brasileira foi um dos principais responsáveis por popularizar o basquete no país.
Oscar Daniel Bezerra Schmidt nasceu em 16 de fevereiro de 1958, em Natal, no Rio Grande do Norte, e é reconhecido como um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos no Brasil e no mundo.
Conhecido como “Mão Santa” e eterno camisa 14 da seleção brasileira, foi um dos principais responsáveis por popularizar o basquete no país.
Em cinco participações olímpicas, Moscou 1980, Los Angeles 1984, Seul 1988, Barcelona 1992 e Atlanta 1996, marcou 1.093 pontos e se tornou o maior cestinha da história dos Jogos.
Oscar foi considerado um dos melhores da história, integrando também o Hall da Fama da Federação Internacional da modalidade (Fiba) e o Hall da Fama da NBA, mesmo sem nunca ter atuado oficialmente na liga americana.
Oscar Schmidt, ex-jogador que no Rio de Janeiro defendeu o Flamengo, está entre os cinco eleitos diretamente para o Hall da Fama do Naismith Memorial Basketball. O “Mão Santa”, eleito por meio do Comitê Internacional, aparece ao lado de outros renomados atletas da modalidade, como Roger Brown, Edwin B. Henderson, Richard Guerin e Russ Granik, na lista divulgada na sexta-feira, dia 15 de fevereiro de 2013, em Springfield, nos Estados Unidos.
Oscar Schmidt, que já faz parte do Hall da Fama da FIBA (Federação Internacional de Basketball), é o terceiro brasileiro a integrar o Hall da Fama americano. O ex-pivô Ubiratan Maciel, campeão mundial em 1963, e Hortência Marcari, campeã mundial na Austrália (1994) e atual diretora da CBB, também fazem parte da honraria.
Pela seleção brasileira, o “Mão Santa” atuou de 1977 a 1996, disputou 326 partidas oficiais, marcando 7.693 pontos. Suas principais conquistas pelo Brasil foram a medalha de bronze no Campeonato Mundial das Filipinas (1978) e a de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis (1987), quando a equipe nacional venceu os Estados Unidos na final.
O ex-ala, fez carreira no basquete brasileiro onde defendeu Palmeiras, Sírio, Corinthians, Bandeirantes, Barueri e Flamengo. No exterior, jogou por Caserta e Pavia, da Itália, e Forum/Valladolid, da Espanha. Foi o maior cestinha da história do basquete ao assinalar 49.703 em 1.613 jogos.
A classe de 2013 será anunciada no dia 8 de abril, durante a fase final do campeonato universitário (NCAA), em Atlanta (EUA). Entre os 12 finalistas estão Tim Hardaway, Gary Payton, Spencer Haywood, Bernard King, Mitch Richmond, Maurice Cheeks, Dawn Staley e os técnicos Tom Heinsohn, Guy Lewis, Rick Pitino, Jerry Tarkanian e Sylvia Hatchell. Um finalista precisa receber 18 dos 24 votos possíveis do Comitê de Honra para entrar.
(Fonte: http://oglobo.globo.com/esportes – O Globo/ ESPORTES – HOUSTON, EUA — 15/02/13)
(Direitos autorais reservados: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2026/04/17 – Globo Notícias/ Por Paola Patriarca, g1 SP — São Paulo — 17/04/2026)
Oscar Schmidt é eleito para Hall da Fama nos Estados Unidos
Ex-jogador se junta a Hortência e Ubiratan Macial como únicos brasileiros
O brasileiro Oscar Schmidt foi eleito dia 15 de fevereiro de 2013 para a classe de 2013 do Hall da Fama do Naismith Memorial Basketball. O ex-ala da seleção brasileira é um dos cinco novos membros anunciados antecipadamente para o principal hall da fama do basquete americano, e entra como representante da classe internacional. Depois do pivô Ubiratan Maciel e da ala Hortência, ele é o terceiro brasileiro a obter a honraria.
Além de Oscar, outros dois brasileiros concorriam na categoria internacional: o ex-jogador Amaury Pasos e o ex-técnico Togo Renan Soares, mais conhecido como Kanela. Oscar é um dos poucos atletas eleitos para o Hall da Fama do Naismith Memorial Basketball sem ter atuado na NBA. Ele recebeu convites, mas preferiu defender a seleção brasileira – na época a Federação Internacional de Basquete (FIBA) não permitia jogadores da NBA em partidas internacionais.
Oscar é considerado um dos maiores nomes do basquete brasileiro. Atuou por clubes como Palmeiras, Sírio, Corinthians, Bandeirantes, Bauru e Flamengo, no Brasil, além de Caserta, Pavia e Valladolid, na Europa, e fez história na seleção brasileira. Sua principal conquista com o Brasil foi a medalha de ouro dos Jogos Pan-Americanos de 1987, quando a equipe venceu os Estados Unidos na decisão em Indianápolis.
(Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/esporte – Basquete – 15/02/13)
(Com Estadão Conteúdo)
- Oscar Schmidt, foi eleito para o Hall da Fama do Naismith Memorial Basketball.
- Oscar, no jogo Brasil X Canadá, nas Olimpíadas de Seul, em 1988. (Nellie Solitrenick)



