Os primeiros seis mission?rios

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Os primeiros seis mission?rios
A guerra econ?mica e religiosa das Europas, transferiu-se assim para o Brasil. Nos barcos de Tom? de Souza, o fundador de Salvador, vieram junto, em mar?o de 1549, os soldados de Cristo, os homens-de-preto da rec?m fundada ordem de Santo In?cio de Loyola. Eram apenas quatro. O Padre Manoel da N?brega e o Padre Aspicuelta Navarro foram os mais famosos, depois, ? claro, do Padre Jos? de Anchieta que arribou mais tarde. A eles juntaram-se mais dois: Ant?nio Rodrigues, um ex-soldado mestre nos idiomas nativos, e P?ro Correia, um rica?o que decidira-se pelo h?bito talar, e que, para N?brega, “era a melhor l?ngua do Brasil”. O trabalho era imenso. Evangelizar aquela massa de gentios, com mil falas, que se espalhava por aquele mund?o todo, era tarefa de gigantes. Talvez nem o apostolo Paulo, no lugar deles, conseguisse.
Desentendeu-se N?brega, a seguir, com o te?logo Quirino Caxa, examinador dos Casos de Consci?ncia da Bahia que dera o parecer, bem pouco crist?o, de que um pai ?ndio, em caso de pen?ria “da grande”, podia vender seus filhos, e que o pr?prio nativo, se em idade para tanto, podia empenhar a si mesmo. Lan?ada as funda??es do Col?gio de Meninos de Salvador, o Padre N?brega, o c?rebro estrat?gico da Companhia de Jesus no Brasil, n?o demorou em perceber, depois de uma visita que fez a S?o Vicente, bem mais ao sul, das vantagens da instala??o de um centro de catequese no Planalto de Piratininga.

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